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out 11

Ir ao Shopping nos dias de hoje é sinal de comodidade, afinal, temos diversidades naquilo que estamos procurando, com a vantagem de estar em um só lugar, não é mesmo?

Mas, se você tiver procurando um imóvel e não quiser esperar o Salão Imobiliário da Bahia que ocorre anualmente, consulte o Stand de Vendas.

No site, você encontra uma boa variedades de Imóveis em Salvador, além dos lançamentos imobiliários em Sergipe. Além do site, a empresa atua com distribuição mensal do guia de imóveis nas principais sinaleiras, com os lançamentos da cidade. Atualmente, a Stand de Vendas atua em Salvador e Aracajú.

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ago 27

Lembra quando eu falei daquele site, que envia torpedo gratuito, inclusive para TIM? Pois é! O Joilson Júnior resolveu inovar.

Agora, você pode baixar o programa desktop para envio de torpedo sem precisar acessar o site. Para isso, faça o download no Super Downloads, Baixaki ou no Ziggi.

Para enviar torpedo, é necessário ser cadastrado no site Torpedos Online. Após concluir o cadastro, você receberá um e-mail para validar o cadastro. O programa possue atualização automática, e a navegação é bem intuitiva. Comparado com a concorrência, peca pelo fato de ter limite de 80 caracteres, e não divide a mensagem em vários sms, caso ultrapasse esse limite.

Além disso, a seleção manual da operadora dá um trabalho a mais. É bem pensado, considerando que em breve a nova regulamentação da telefonia móvel permitirá que o mesmo número possa ser de outra operadora. Assim, não existirá mais a restrição de que, celulares que se iniciam com 99 seja da Vivo, por exemplo.

Mas, enviando torpedo pra Tim de graça, ninguém reclama desse detalhe, né?

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ago 3

Passar em um concurso público e manter uma estabilidade na vida financeira é um desejo de qualquer profissional. E com a concorrência cada vez em alta, é necessário um bom material de preparação.

O blog Concursando e Aprovados oferece diversas provas comentadas (como Banco do Nordeste, Banco do Brasil, TRT, matemática, etc) para auxiliar no preparo dos concursos. Além disso, várias dicas de software, memorização, traniee. Confira!

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jul 24

Joilson Júnior, de Juara-MT, apresentou-me seu novo projeto: Torpedos Online! Com um perfil de empreendedor nato, Joilson, que já é sócio do Juara em Revista, no ar há quase 3 anos, oferece a possibilidade de envio de torpedos para celulares da Oi, Claro, Vivo, TIM,  Brasil Telecom, CTBC, Amazônia Celular, Sercometel e Telemig Celular através do site! Isso mesmo, inclusive para TIM. E sem precisar pagar nada!

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jul 7

Enfim, formado. O último semestre parece mais uma fusão de todos os outros sete. Uma loucura! O tempo pra dormir tinha que ser substituido pelo tempo de trabalho. A primeira coisa que pensei ao terminar tudo foi ir para o interior, mais precisamente para roça do meu avô. Essa crônica de Mateus retrata bem o porquê de meu desespero pela viagem.

É impossível não gostar de uma roça. Abandonar por uns dias ou horas a confusão da cidade, a fumaça dos carros, o corre-corre no trabalho e descansar à sombra de uma bela árvore. A natureza é perfeita.

Roça que é roça tem uma cancela na entrada. Uma bela árvore - na roça do meu avô é um enorme pé de umbu - um cachorro - do tipo que olha alguém chegar e se deita novamente, como se estivesse apenas registrando - e uma cadeira ou um banco para observar as pessoas - numa roça é incomum não saudar quem passa.

Se a roça do meu avô tivesse um nome, seria Roça do Velho Bidão. Estaria num pedaço de madeira pendurado na frente da casa. Mas isso é só um detalhe. O que tem não tem em tantos outros lugares. O enorme umbuzeiro dá uma sombra de dormir. E sentar na cadeira de balanço, sentindo o falar do vento e o dançar da folhas nos dá sono. Melhor que isso, só cochilando numa rede.

A roça tem cheiro de infância. Arrancar umbu, comer acerola e serigüela ainda no pé, o barulho das galinhas e o inconfundível odor dos seus excrementos, o cachorro sonolento e a conversa dos pássaros. Andar descalço na terra, jogar bola e correr pela casa. Fogão à lenha, geladeira velha, madeira estocada e um quartinho cheio de bagulho, desde remédio para animal à esteira rasgada.

João Modesto, o Bidão, meu avô, tem mais de 80 anos de conversa. Faz pouco tempo que aderiu ao estilo roceiro. Velho gentil, pouco cabelo, bigode clássico, chapéu de palha, chinelos… só faltou aquele matinho no canto da boca. Anda como se não tivesse pressa, apresentando as plantações da sua amada roça: é melancia, abóbora, cebolinha, mamão, manga, pitanga, algodão, mamona. Só não tem rio. Mas tem um açude, em fase de conclusão ainda. Alegria dele é receber todos os filhos, netos e amigos. Quanto mais cheia, melhor. Prosear e plantar são verbos constantes em sua nova vida.

Na roça, todo mundo é bem-vindo. Seja rico ou pobre. Feio ou bonito. Casado ou solteiro. Só não vale falar de trabalho, criança não pode se emburrar por causa da falta de computador e reclamar por causa de arranhões nas pernas. Quer dizer, não se pode reclamar por coisa alguma. Roça é lugar de relaxar e viver o que não se vive. Contemplar a natureza, subir em uma árvore, observar o céu - o que pouco se vê em uma grande cidade.

Um dia vou ter uma pequena roça. Ou uma grande fazenda. Quero ver as flores brotarem e me cortar com seus espinhos. Varrer a terra e ajuntar as folhas. Quero tirar leite da vaca. Quero ver o sol nascer e me encantar com o canto do galo. E ouvir a sinfonia dos animais, cada um expressando seu som e dando vida ao lugar. Sentar no chão frio, fazer bolinhos de feijão com farinha e comer com a mão.

Quanto mais vivemos na cidade, mais sentimos falta da natureza. O cheiro da terra molhada é substituído pelo mormaço do asfalto, o mugir da vaca pelo ronco do motor e o som das folhas das árvores pelo das buzinas. Espero não perder o prazer de visitar o campo. E de andar descalço. E de tomar banho de rio. Ou de balde. Enquanto o dia não chega, resta-me sonhar.

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abr 9

Aloísio apareceu sem fazer barulho. Retirou as outras chaves do chaveiro e colocou-as no bolso. Tirou os sapatos e entrou de meias em casa. Respirou baixinho, e, em alguns momentos, prendeu o ar. Trancou a porta e passou o ferrolho bem lentamente.

Sempre que Aloísio chega tarde da noite, por causa do trabalho, sua esposa acredita que ele a estava traindo. E é uma grande discussão, não se respeitando os decibéis e a madrugada. Mas ele sempre prova que ela está enganada. Para isso, é necessário ligar para todos os seus colegas, inclusive para o chefe. E no outro dia, é a maior gozação. Ele precisava evitar tudo isso.

Olhou para a sala. Escuridão total. Ficou rememorando a posição do sofá, dos brinquedos das crianças, da mesinha, de algum sapato da mulher… Curvou-se uns trinta graus e não tateou nada. Abaixou-se mais e tocou o sofá. “Se ele está aqui, mais a oeste deve estar a mesinha. A um metro, o caminhão de João”, pensou. Deu um passo e a dor foi na canela. Enganara-se quanto à posição da mesinha: ela estava mais a leste. Deu um grito inaudível. Contorceu-se por uns minutos.

Decidiu ser mais cuidadoso. Ajoelhou e andou tateando o chão. Encontrou o caminhão e o carrinho de João. Mas não contava com Lico, o bonequinho do pequeno Lucas. Apertou e ele emitiu um som. Aloísio ficou estático. Clamou para que ninguém acordasse. Ninguém levantou. Respirou aliviado. Andou um pouco mais e bateu com a cabeça na outra mesa. Tudo isso para não ligar a luz e acordar a família.

Engatinhou até a cozinha. Fechou a porta e ligou a luz. Foi à geladeira, tirou a jarra de água, o requeijão cremoso e o leite integral. Ligou a cafeteira. Arrumou a mesa com pães, biscoitos e bolo. Voltou à geladeira e trocou o leite integral pelo desnatado. Fez seu lanche noturno, arrumou tudo e lavou os pratos. Deu um arroto de satisfação. Desligou a luz e abriu a porta cuidadosamente. Ajoelhou-se.

Andou deitado feito um soldado e foi até o banheiro. Bateu a porta. Ficou receoso em ligar a luz – havia uma janelinha entre o banheiro da sala e o seu: podia refletir no quarto. Sentou-se no vaso. Mas fora alarme falso. Lavou as mãos e saiu.

Parou defronte ao quarto. Abriu vagarosamente a porta e entrou na ponta dos pés. Fechou a porta, tirou a roupa. Lembrou-se que não podia tomar banho ali. Ela poderia acordar. Saiu e foi até o outro banheiro. Não ligou a luz. Lavou o corpo com um sabonete dermatológico e o cabelo com um sabonete líquido feminino – e íntimo – e com um lavador de calcinhas. Enxugou-se com a toalha de rosto. Saiu do banheiro.

Entrou no quarto, abriu o guarda-roupa, a gaveta e ficou tateando uma cueca. Pegou qualquer uma. Vestiu pelo avesso. Andou até a cama. Sentou-se do lado direito e se deitou. Mas não se lembrou que sua esposa é espaçosa e geralmente ocupa toda a cama quando sozinha – esmagou seu braço. Ela acordou de susto. E gritou de medo.

João levantou e chamou pela mãe. O pequeno Lucas acordou e abriu o berreiro. A empregada veio com um martelo de bater carne em uma mão e com o rolo de macarrão na outra. Até os vizinhos ouviram, ligaram as luzes e abriram as janelas. Aloísio respirou fundo, frustrado. De nada adiantara ser tão cuidadoso.

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jan 20

Gerson Luiz Lima

Gerson Luiz Lima é arquiteto, design, estilista e artista plástico. Destaca-se por sua criatividade e liderança. Um jovem com visão. Em seu site é possível conferir seus trabalhos e contacta-lo!

O site foi desenvolvido com framework Code Igniter, e implementado sistema para publicação de fotos, da página inicial e interna. Disponpível nas versões em português, francês e inglês.

Confira! http://www.gersonluizlima.com/

update: mais um idioma e novo efeito para visualizar fotos.

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